19 de jul de 2011

É que um dia, tudo passa!


E quando eu estiver triste, me mande uma música.
Hoje eu choro. Com ou sem razões, mas amanhã tenho certeza que irei sorrir. E isso se repetirá, viciosamente. 
Lá fora, tem algo que me amedronta. Tantas coisas, tantas guerras, tantas explosões, e tanta destruição. Eu sei que nada, nenhum desastre em todo o mundo vai se comparar, a dor que estou sentindo. A dor que você me causou. 

Tudo que você me disse, em minha mente, não chega perto da destruição que um abalo císmico pode causar. Tudo que você me fez, não se compara a explosão de uma bomba, e tudo que você me levou: as esperanças de nós dois, os sonhos que eu sonhava acordada e a nossa, ou melhor: minha, felicidade não é uma parte do que um furacão pode levar de uma cidade.

Podem me chamar de sem noção pelas comparações, mas eu não ligo. A dor que dói aqui dentro ninguém que me chame assim pode sentir. E, por mais que digam que entendem, não entendem realmente. Por mais que digam que sabem como é a dor, não sabem de verdade. 
Agradeço, de coração a todos que me dizem: "isso vai passar", "eu sei como se sente" e coisas do tipo. Sei que não sabem, mas sei também que se importam. 

Agora, quanto a você, tenha certeza que essas catástrofes irão passar. De uma forma ou de outra, tudo vai ficar melhor. E, bem, graças a você, eu descobri que a música é verdadeira: "os dias passam, as pessoas mudam" e acabam se fortalecendo. De modo que, esquecem a vingança e a raiva. A dor passa, e novas borboletas surgem. 
Talvez seja por isso, que hoje eu desejo a você o contrário do que você me fez, o inverso da tristeza e a felicidade de um amor: verdadeiro. E se um dia se preocupar: eu estou bem. Sem você.

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