17 de ago de 2011

Crônicas do dia a dia: TPM, sua linda!



One, two, one, two, three, four [assovios] she’d a tear cause I’m missing you…

Acordei. Com a mesma música de todas as manhãs, porém, às 6:00, hora prevista para levantar: 6:30. Porém, com atuais compromissos, fui chamada às 6:15. Levantei 6:30.
- Bom dia
- Bom dia
Fui fazer meu café, e voltei na sala.
- Bom dia
- De novo? Bom dia
Café enfim pronto, só faltava eu tomar e me arrumar. Entre uma coisa e outra, umas discussões sobre meus dentes e afins.
Saímos e em seguida subimos no ônibus
- Boa noite. An? Não. Bom dia.  – onde eu tava com a cabeça?
- Bom dia.
Quando fui passar a roleta, tirei uma nota de 20 reais, dei bom dia ao cobrador, e tudo que eu ouvi, foi:
- Tem trocado?
Pensei: “aí eu não dou mais bom dia, eu não tenho educação” Mas, enfim.
Chegar no dentista, é só demorado, e estar lá, nada legal: Minha boca sai doendo e parecendo que tem pelo menos três quilos de ferro.
A volta para casa, é só uma coisa: cochilos. Já que não voltei com meu colega, música e cochilos é o que há.
Chegando em casa, improvisei um almoço, conferi a internet, corri pra me arrumar e não me atrasar.
No caminho, encontrei um amigo e conversamos muito, sobre tudo. Saudades matadas, tive que ir pra escola. Lá, fizemos um trabalho que, foi meio Charada inspired – sim. Charada do Batman – Letras e frases de recorte de revista. Pelo menos três horas fazendo para ficar bem feito. Tá bom? Na outra aula, rolou um filme bem bacana sobre Síndrome de Down: coisa mais linda.
Filme visto, trabalhos prontos, hora de voltar pra casa. Só o tempo que eu contei, foram 35 minutos esperando um ônibus: não merecia isso. Quando resolveu chegar, e eu consegui entrar, só tinha lugar no fundo. Fui pra lá. Sentei perto de uma galera bem bacana, até. Tirando algumas partes. No caminho, meu braço foi sofrendo assédio (sim. assédio ¬) Alguém esqueceu de avisar que eu ainda não gosto de mulheres!. 1º ponto para stress, depois o que vinha, só piorava (oi, TPM). Depois de tudo, cheguei em casa e fiz meu “quase ritual”, me inspirei em textos bem bacanas, e enquanto escrevia no caderno, bateu sono. Muito.
Fui esquentar meu leite: “sermões” – que não chegou a ser um sermão – e reclamações: stress só aumentou. Por que mãe quando fala, parece que pede pra acontecer? Não sei. Sei que: aquele stress do inicio da noite, voltou: TPM, sua linda! Fui pro quarto.
Foi quando lembrei do dia seguinte: joguinho de vôlei pela manhã. E nas quartas é quando a preguiça chama (juro que não sei por que). Vou dormir mais cedo, para acordar - ou tentar – sem preguiça.

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