2 de mai de 2012

um tanto sobre mim...



Esses dias, por causa de perguntas, andei lendo, re-lendo meus textos. Relembrando os motivos de cada um. Cada inspiração. Já confundi tanta gente com eles. Já magoei também. Desculpa.

Percebi que: eu escrevo sobre um passado inventado. Sobre um vivido e magoado. Sobre um passado de sonhos e músicas. Escrevo também do futuro. Não sobre o futuro, mas do futuro: O meu futuro escrevendo sobre um passado, que para mim ainda é futuro. Um futuro passado inventado, um futuro passado que eu quero, ou que eu não quero. Um futuro passado de sonhos, amor, paixão e tristeza. Por que não?

Falo dos meus sentimentos, ah, meus confusos sentimentos. Escrevo as histórias que eu gostaria de viver. Que eu vivi. Que eu li, ou até vi por aí.

Já chorei escrevendo, já ri também. Me emocionei, fiquei com saudade, ou até matei alguma. Fiquei forte. E fraca também. É tudo um mixto que nem eu consigo explicar ao certo.

A quem lê, um texto. A quem me conhece, um enigma. Para mim, apenas desabafo. Ou criatividade a solta. Nunca é ao certo, mas ao acaso. Ao vento.

No final, acho que são apenas tentativas (fracassadas ou não) para eu entender um tanto de mim, um tanto sobre mim.

2 comentários:

  1. "A quem lê, um texto. A quem me conhece, um enigma. Para mim, apenas desabafo. Ou criatividade a solta. Nunca é ao certo, mas ao acaso. Ao vento.

    No final, acho que são apenas tentativas (fracassadas ou não) para eu entender um tanto de mim, um tanto sobre mim."


    É exatamente assim que penso. Escrevo como um desabafo ás vezes, outras vezes por causa de um momento de inspiração, mas no final é tudo para me entender melhor ><

    Beijos
    Meu outro lado

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    Respostas
    1. Costumo me perguntar brincando: "pra quê psicólogo, se as palavras me entendem?" rs.
      Acho "essa coisa" de escrever um tanto mágico, pois você acaba descobrindo coisas em você que você nem se imaginaria sentindo, ou pensando, sabe?

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