27 de mar de 2013

O Piano e a Orquestra


Como nos encontramos
Certo dia meu pai chega em casa dizendo que largaram duas caixas de papelão cheias de livro dentro perto do trabalho dele. Ele recuperou e trouxe o que conseguiu e esse livro foi um desses, e foi também o primeiro que eu li.

 tudo bem que focou em mim. Mas du para ver como está, não é?
Narrativa
O livro é contado pelo narrador, que é primo de uma figura bem peculiar: Francisco de Assis Rodano. Nascido em Rodeio, criado pela tia e implicado com uma questão: "Esse tal de Jesus Cristo existiu?" Cresceu ouvindo os discos de música clássica do primo (narrador) e lendo a bíblia. Quando cresceu tornou  Rival do Outro e Lúcifer encarnado. 


brigada Nicky, por ter esbarrado no J.

Minha Opinião
A olhar pela capa não é possível saber do que o livro se trata ou não. Quando se começa a ler, descobrimos uma leitura fácil, divertida (ok. Admito que nas primeiras páginas não achei bem assim, mas olhando por outro ponto de vista, a opinião muda completamente) e um pouco confusa: O narrador, quando começa uma história, volta no tempo e conta outra para explicar o fato atual (entenderam?). Então algumas vezes eu precisei voltar algumas páginas para me lembrar o fato atual.

Título: O piano e a orquestra

Edição: 4
ISBN: 9788571645745
Editora: Companhia das Letras
Ano: 1996
Páginas: 306
Encravada na serra do Mar, ao longo dos trilhos da Estrada de Ferro Central do Brasil, ergue-se a vila de Rodeio, famosa não apenas por uma água de bica que tem a fama de curar cobreiro, espinhela caída e impotência sexual, mas sobretudo pelas façanhas de Francisco de Assis Rodano, mambembe encarnação de Lúcifer cuja missão neste mundo é "ajustar contas milenares com o Outro". Verdadeiro folhetim cômico-transcendental, O piano e a orquestra é um show de humor e imaginação. Ao combinar crônica de costumes e parábola cósmica com citações de Dante, Shakespeare, Fernando Pessoa e do romanceiro popular, Carlos Heitor Cony escreveu um delicioso divertimento literário. Uma alegre e incessante ciranda em que o indivíduo se atrita com a sociedade como um piano alucinado com uma orquestra desvairada.
Alguém já leu esse livro? Algum outro no Cony? Alguém vai ler por que ficou curioso? Me contem :D
ps: tem uma vaca falante, ok?

Gostaram do post nesse estilo? Me inspirei no Macchiato para fazê-lo. Fica mais fácil de organizar as ideias. (Sim, não vou fazer vídeos :P)





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