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22 de jul. de 2013

A Menina que Não Sabia Ler

 

Me interessei pelo livro, quando a Aline postou uma foto no instagram, e eu me encantei com a capa. Dias depois, estava lá me esperando "A Menina que não Sabia Ler"
A história é contada pelo Florence, uma menina de 12 anos e muito esperta. Ela e o irmão mais novos são órfãos e vivem sob a responsabilidade de um tio que ninguém nunca viu. Com eles, moram apenas os criados, o que não é ruim. Já que como irmãos, sempre tiveram um ao outro para eventuais brincadeiras. 
Tudo começa a mudar quando Giles precisa ir à escola e passa 6 meses fora: Florence por ser muito curiosa, começa a ocupar seus dias com livros. Passando tardes e tardes na biblioteca. 
Após os seis meses, Giles volta pra casa, sem poder ficar na escola (por falta de maturidade). E aí a história começa a se desenrolar: Giles precisa aprender como na escola, e Florence, deveria permanecer ignorante. Pensando nisso, o tio os envia uma preceptora: que é como uma professora particular, para ensinar Giles as coisas escolares, e bons modos e bordados à Flo. 
Coisas ruins acontecem. E é lhes enviado uma nova preceptora. Essa, um tanto "boazinha" com a Flo, mas não passível de confiança da menina. Depois de achar o jeito da nova preceptora um tanto estranho, Flo resolve investigar, e descobre coisas que um adulto não acreditaria. Com tudo isso, investigação e ação são por sua conta.



O livro tem uma linguagem super simples, com capítulos curtos para quem usa tal desculpa. Uma história que prende a atenção, páginas amareladas e diagramação boa. 
Pode parecer besteira, mas a única coisa que me incomodou foi a capa: não condiz com a história. Pela capa, você nunca imaginará o cenário e o ano corretos (não que seja um grande problema, é só que acho que a capa deve dar um gostinho de alguma coisa, sabe?).



Edição: 1
Editora: LeYa
ISBN: 9788562936111
Ano: 2010
Páginas: 282
Tradutor: Elvira Serapicos

27 de mar. de 2013

O Piano e a Orquestra


Como nos encontramos
Certo dia meu pai chega em casa dizendo que largaram duas caixas de papelão cheias de livro dentro perto do trabalho dele. Ele recuperou e trouxe o que conseguiu e esse livro foi um desses, e foi também o primeiro que eu li.

 tudo bem que focou em mim. Mas du para ver como está, não é?
Narrativa
O livro é contado pelo narrador, que é primo de uma figura bem peculiar: Francisco de Assis Rodano. Nascido em Rodeio, criado pela tia e implicado com uma questão: "Esse tal de Jesus Cristo existiu?" Cresceu ouvindo os discos de música clássica do primo (narrador) e lendo a bíblia. Quando cresceu tornou  Rival do Outro e Lúcifer encarnado. 


brigada Nicky, por ter esbarrado no J.

Minha Opinião
A olhar pela capa não é possível saber do que o livro se trata ou não. Quando se começa a ler, descobrimos uma leitura fácil, divertida (ok. Admito que nas primeiras páginas não achei bem assim, mas olhando por outro ponto de vista, a opinião muda completamente) e um pouco confusa: O narrador, quando começa uma história, volta no tempo e conta outra para explicar o fato atual (entenderam?). Então algumas vezes eu precisei voltar algumas páginas para me lembrar o fato atual.

Título: O piano e a orquestra

Edição: 4
ISBN: 9788571645745
Editora: Companhia das Letras
Ano: 1996
Páginas: 306
Encravada na serra do Mar, ao longo dos trilhos da Estrada de Ferro Central do Brasil, ergue-se a vila de Rodeio, famosa não apenas por uma água de bica que tem a fama de curar cobreiro, espinhela caída e impotência sexual, mas sobretudo pelas façanhas de Francisco de Assis Rodano, mambembe encarnação de Lúcifer cuja missão neste mundo é "ajustar contas milenares com o Outro". Verdadeiro folhetim cômico-transcendental, O piano e a orquestra é um show de humor e imaginação. Ao combinar crônica de costumes e parábola cósmica com citações de Dante, Shakespeare, Fernando Pessoa e do romanceiro popular, Carlos Heitor Cony escreveu um delicioso divertimento literário. Uma alegre e incessante ciranda em que o indivíduo se atrita com a sociedade como um piano alucinado com uma orquestra desvairada.
Alguém já leu esse livro? Algum outro no Cony? Alguém vai ler por que ficou curioso? Me contem :D
ps: tem uma vaca falante, ok?

Gostaram do post nesse estilo? Me inspirei no Macchiato para fazê-lo. Fica mais fácil de organizar as ideias. (Sim, não vou fazer vídeos :P)





4 de out. de 2011

Quero ler: A Paixão Mais Sombria


A Paixão Mais Sombria é o quinto livro do Senhores do Mundo Subterrâneo. E estava na página principal do skoob, me chamou a atenção, li a sinopse, e me interessei.
Tive a ideia mais sombria possível quando li, mas achei que podia ser interessante.
Aeron, o guardião do demônio Ira, desprezava o amor. Por que necessitaria de um ser que se importasse com ele? Melhor ainda: mesmo que alguém se aproximasse com o seu consentimento, ambos não sofreriam a punição de Ira pelos seus pecados? As respostas para estas perguntas chegam na forma da bela Olivia, um anjo caído que havia sacrificado sua imortalidade a fim de ficar ao lado do homem por quem era apaixonada. Ainda assim, nada estava resolvido. Aeron precisava resistir à sedução de Olivia. Ele não queria um anjo, tampouco uma mulher. Afinal, ele tinha Legião, o único ser capaz de acalmar a sede de sangue de Ira…
 Esse é o mais novo livro da minha listinha de Quero ler. E aí, se interessaram?