16 de ago de 2011

Crônicas do dia a dia: Quando a saudade é maior que o tempo


Uma manhã comum, sem dor de cabeça, sem empo, com algumas coisas pra fazer e um pouco de TV antes da jornada começar. Depois de feito tudo, tentei montar um quadro de tempo: tentativa mais #fail da minha vida.
Liguei o computador e fui em busca de novidades: nada. Mas infelismente - ou felizmente - tinha aula, e, a arrumação é árdua e cheia de detalhes. Deu minha hora de sair, e passou a minha hora de sair: pra variar, atrasada! Não fazia mal. O primeiro tempo, era vago.

Finalmente entre amigos ou "amigos" - não sei ao certo - conversas sobre o fim de semana e sobre a cartolina que não levei.
Depois uma aula que o professor não costuma aparecer em época de greves, e quer pontuar todo o segundo bimestre, com um trabalho. Tempo para descanso. Aula de matemática - ou quase isso. Falamos de mentiras e contradições alheias, o que acreditamos e não.

Voltar para casa? Uma tarefa árdua: 3 filas imensas para pegar um ônibus que não chegava. Depois de uns 10 minutos em pé, vejo meus amigos, voltando do treino. 
Eles pegaram o alternativo, e eu fui também. No meio do caminho. (Em meio a muitas implicâncias, brincadeiras e um engarrafamento quilométrico) minha bexiga resolve enxer de tal forma, que doía. De eu ficar pálida. No ônibus: música ruim de pagodeiro sem educação.
Depois de muito sufoco, desci com eles, e subi uma rua enorme muito rápido, onde eles treinavam.
No fim, fui esperar o ônibus. Chegou rápido e vazio. Enquanto conversava com o cobrador - um colega meu - um banco esvaziou e eu fui sentar. Quando olhei pro meu colega, bati o olho na janela, e vi um reflexo bem conhecido. Tinha certeza que era o Jow. Havia muita saudade e conversa para falar. Pena que o tempo era curto. Mas, o suficiente para os assuntos principais.

Finalmente em casa de novo, é sempre a mesma coisa: banho, lavar uniforme, lanchar, fazer algo de útil - nesse caso, ir atrás do meu trabalho - e meu querido computador. Sem esquecer que: assim que dar um tempo, ligar pro namorado.
Feito tudo isso? Acabou o dia. Depois é só a janta, computador - de novo, se possível - meu copo de leite morno e dormir. Claro, escrevo também. Esse é o modo de desabafar com meus amigos: a caneta e o papel.
Por que o dia seguinte? Esse sim é cheio e sem tempo. Não importa. Sempre é.

P.S.:
A tag começará a ser postada de manhã agora. E, ao contrário desse post, as crônicas começaram nessa segunda feira (15/08)

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